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A eficácia da depilação a laser

Produzido por
Clínica Vita

Assessoria de Comunicação

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Qual a mulher que nunca sonhou em ficar livre das sessões quinzenais que incluem cera quente ou fria, puxões e, quase sempre, dores? E quando surge aquela oportunidade de exibir um biquíni ou um vestido de alcinha e, ops, as virilhas ou axilas alertam que não, esta não é uma boa ideia, se você não tiver tempo para uma boa depilação primeiro? Eis, então, que o raio laser surge salvador no horizonte, prometendo a solução definitiva.

Há quem veja com desconfiança e há quem tenha experimentado a técnica e garanta que o mundo livre dos pelos indesejáveis é praticamente o paraíso na Terra. Para afastar os mitos e esclarecer o tema, a dermatologista Tallita Rezende informa: é possível, sim, ficar livre de até 80% dos pelos em zonas trabalhadas com laser e, melhor ainda, os 20% remanescentes vão crescer tão finos e tão lentamente que, em geral, irão demandar uma nova sessão de manutenção semestral ou até mesmo anual. Esta é a média de sucesso dos tratamentos, alcançada com os principais tratamentos de “depilação definitiva” disponíveis hoje.

“Na verdade, trata-se de uma depilação prolongada, na qual cerca de 30% dos pelos são eliminados a cada sessão, podendo chegar até a 80%, ao final do tratamento”, esclarece. Segundo a especialista, a durabilidade desse bloqueio no crescimento dos pelos é muito individual. Os resultados podem permanecer de dois a cinco anos, em média.

Tallita explica que os aparelhos mais utilizados atualmente nesse processo são a Luz Intensa Pulsada e os lasers propriamente ditos, como o Diodo, Alexandrita, Nd Yag. A diferença entre a Luz Intensa Pulsada e os lasers é que esses são mais específicos para o pelo, conseguindo melhores resultados, com menor número de sessões e de complicações.

“Ao atingir o pelo, a luz do laser, atraída pela melanina (substância responsável pela pigmentação), gera uma energia em forma de calor, que acaba por destruí-lo. Quando esse calor atinge as células da raiz, o pelo não volta a crescer. Na prática, isso significa que os pelos mais claros têm menos melanina e respondem menos ao método. Já os mais escuros absorvem mais a luz do laser. Portanto, nos fios grossos e escuros, o tratamento é mais eficaz”, detalha a dermatologista.

Justamente pelo fato de o raio laser ser atraído pela melanina, peles bronzeadas, morenas e negras devem ser tratadas com muito cuidado, porque a chance de haver queimaduras e manchas é maior, caso o profissional não esteja muito bem qualificado para realizar o procedimento. Para evitar complicações nesse tipo de pele, deve-se utilizar cargas menores de energia, o que pode aumentar o número de sessões durante um tratamento. “Hoje existem aparelhos mais modernos, que podem ser utilizados em peles negras, com uma grande margem de segurança para o paciente”, ressalta Tallita.

A médica enfatiza que, embora seja uma técnica segura, é importante que um tratamento de “depilação definitiva” seja sempre conduzido por um dermatologista com treinamento específico para esse procedimento. “O mecanismo de ação da depilação a laser é simples, bastante eficaz e satisfatório, mas há, sim, risco de manchas e queimaduras quando feito por uma pessoa não especializada”, diz.

Segundo a especialista, as sessões são realizadas a cada 30 ou 40 dias, em média. “O tempo necessário para o desaparecimento do pelo também é relativo, pois depende da região do corpo a ser depilada, do tipo de laser empregado, da produção de hormônios, da cor da pele e da cor dos pelos”, explica.

São necessárias, em média, 5 a 8 sessões para os pelos sumirem, podendo, em alguns casos, estender-se até a 12 sessões. As áreas que melhor respondem ao tratamento são a virilha e as axilas, pois têm pelos mais grossos e escuros, podendo abreviar o tempo de duração do tratamento para três sessões.

Perguntas frequentes sobre a depilação a laser:

  • Com esse tipo de depilação é possível ficar livre dos pelos para sempre?

Não. Com este tipo de depilação é possível reduzir em até 80%, em média, os pelos da região tratada, sendo necessário fazer uma manutenção anual ou semestral, dependendo do paciente, para retirar os 20% que ainda voltaram a crescer – mais finos e mais demoradamente.

  • Quantas sessões são necessárias para, enfim, ficar livre da maior parte dos pelos?

Isso varia muito entre os pacientes. Um tratamento completo poderá levar de 3 a 12 sessões, dependendo das características do pelo, da zona trabalhada e da técnica utilizada. Em média, 5 a 8 sessões costumam ser suficientes para um resultado satisfatório, sendo que, em axilas ou virilhas há casos em que três sessões bastam.

  • Quanto tempo dura uma sessão?

Aproximadamente uma hora. A dermatologista irá avaliar a pele do paciente, tanto na primeira sessão quanto nas sessões subsequentes, para verificar como o tratamento está  evoluindo. Os pelos serão removidos com lâmina. Na sequência, um gel para permitir melhor condução da luz poderá ser aplicado e, a partir daí, inicia-se o uso do aparelho propriamente dito. Se o anestésico tópico tiver sido prescrito, é importante aplicá-lo cerca de 30 minutos antes da sessão.

  • Posso tomar sol após a sessão?

Não. A pele fica sensível logo após a sessão, aumentando o risco de queimadura, se exposta ao sol. No caso do rosto, recomenda-se que o tratamento seja feito durante os meses de inverno e, mesmo assim, que a área seja sempre protegida por filtros solares.

  • A depilação com laser dói?

Como se trata de um disparo de luz que irá queimar o pelo, o paciente sente como se fosse um pequeno choque na região. Em pessoas mais sensíveis à dor, pode ser aplicado um anestésico tópico, que irá minimizar essa sensação durante o procedimento.

  • Há riscos nesse procedimento?

Não. Se for feito com um dermatologista, devidamente habilitado e experiente no uso de laser, o procedimento é bastante seguro. O médico sempre avalia o tipo de pele e de pelo e indica a técnica mais adequada a cada paciente.

  • Todo mundo pode fazer esse tipo de depilação?

Em geral, as peles mais claras e com pelos mais grossos e escuros respondem melhor ao procedimento. Mas, com o avanço dos aparelhos, hoje em dia é possível realizar o procedimento em peles morenas ou negras, com excelentes resultados. O dermatologista é quem irá apontar o tipo de aparelho, a técnica e a frequência mais adequada, após avaliar a pele e o tipo de pelo do paciente.

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