Neurologistas da Vita participam de eventos científicos no exterior

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Clínica Vita

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Neste mês, a neurologista infantil Simone Amorim (à esquerda) e a neurologista Juliana Passos (à direita) participam de eventos científicos internacionais na área da Neurologia.

O mês de março está especialmente movimentado na área da Neurologia na Clínica Vita. Duas de nossas especialistas marcam presença em dois importantes eventos científicos no exterior.

A neurologista Juliana Passos irá apresentar três trabalhos relacionados à epilepsia no “Annual Meeting of Academy of Neurology“, em San Diego, na Califórnia – EUA, que ocorre de 15 a 26 deste mês. As pesquisas fazem parte do seu projeto de doutorado no Hospital das Clínicas de São Paulo.

“Esse evento nos Estados Unidos é sempre uma grande oportunidade para nos mantermos atualizados sobre tratamentos e condutas adotados na área da Neurologia. Além de apresentar os meus trabalhos, eu farei alguns cursos nas áreas de acidente vascular cerebral, cefaleia, declínio cognitivo, distúrbios do sono e epilepsia”, detalha a médica que, em dezembro, apresentou já um trabalho no “American Epilepsy Society Meeting”, também em San Diego.
Já a diretora clínica da Vita, a neurologista infantil Simone Amorim, está em Viena, na Áustria, para participar do “V Simpósio Mundial da Doença de Niemann Pick-C”. Serão três dias de aulas intensivas sobre o assunto, informa a médica, que é uma estudiosa dessa síndrome.

Simone explica que, embora seja rara, uma das grandes preocupações da comunidade científica hoje em dia é a difusão e capacitação dos profissionais para realizar o diagnóstico da Doença de Niemann Pick-C. “Por ser uma enfermidade rara é preciso que os profissionais estejam muito atentos aos sintomas. Muitos casos passam anos sem serem diagnosticados ou recebem diagnóstico equivocado”, observa.

A incidência da doença é de 1 para cada 120.000 nascidos vivos. Trata-se de uma condição genética, que compromete o metabolismo celular, afetando o progressivamente sistema neurológico. Além de atraso neuropsicomotor, o portador da doença sofre uma série de complicações como perda de tônus muscular, aumento do fígado e baço e paralisia ocular.

“Apesar de não haver cura, as terapias hoje em dia têm evoluído muito para melhorar as condições desse paciente. Hoje já existe medicamentos que ajudam significativamente na qualidade de vida desses indivíduos. Daí a importância de estarmos sempre nos actualizando e acompanhando o que há de novo no meio científico”, ressalta Simone Amorim.

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