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Sedentarismo aumenta riscos de diversas doenças, como depressão e câncer de cólon

Produzido por
Clínica Vita

Assessoria de Comunicação

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A falta de exercício físico atualmente é tratada como “pandemia” por autoridades internacionais de Saúde. Conforme dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), o sedentarismo chega a atingir mais de 70% dos cidadãos em determinados países, sendo que não faltam estudos que o associam ao aumento dos riscos para uma série de doenças.

Estudos comprovam que um estilo de vida sedentário está relacionado com o aumento de riscos para o surgimento de uma série de doenças crônicas.

A OMS considera o sedentarismo o quarto fator principal responsável pela mortalidade global. Isso não é pouca coisa. São dados corroborados por estudos como o publicado recentemente pela prestigiada revista U.S. National Library of Medicine, que aponta a falta de atividade física regular e bem orientada como uma causa primária da maioria das doenças crônicas.

De acordo com o levantamento, que lançou mão de diversos outros estudos realizados em nível mundial, pessoas que não fazem exercícios com regularidade têm maiores probabilidades de desenvolver os seguintes quadros:

  • Obesidade;
  • Envelhecimento precoce;
  • Diabetes tipo II;
  • Diabetes gestacional;
  • Osteoporose;
  • Depressão;
  • Artrite Reumatoide;
  • Hipertensão arterial;
  • Hipercolesterolemia (colesterol alto);
  • Doenças oncológicas, sendo que as que se encontram mais relacionadas com a falta de exercício físico são o câncer de mama (apresentando uma incidência de 21 a 25%, conforme dados da OMS), e o câncer de cólon (com uma incidência de 27% – OMS);
  • Acidente vascular cerebral (AVC);
  • Trombose venosa profunda;
  • Síndrome do ovário policístico;
  • Obstipação (prisão de ventre).

Naturalmente, a própria vida em sociedade também é afetada quando se tem uma população em grande parte sedentária.

Os impactos para os serviços de saúde e para as próprias relações sociais são os mais variados. Por isso, em alguns países não faltam campanhas e políticas de incentivo para que as pessoas se engajem em movimentos que visam promover uma vida mais ativa.

Entretanto, para quem está bem-informado e decidido a fazer algo pela própria saúde e longevidade, a hora de tomar uma atitude é… JÁ.

Não é preciso – e nem viável – esperar pelas “condições ideais” e nem por políticas públicas que propiciem e ampliem o acesso a esse tipo de atividade – muito embora, quando existem, elas sejam muito bem-vindas, é claro.

O melhor a fazer é promover pequenas, mas eficazes adaptações na rotina, que permitam a inclusão dos exercícios, independentemente do estilo de vida.

A própria OMS determina que bastam 30 minutos diários, cinco vezes por semana, para que uma pessoa deixe de ser considerada sedentária. Essa meia hora pode, ainda, ser fracionada em três sessões diárias de 10 minutos. Convenhamos que é muito pouco para um grande benefício, não é?

Uma forma de se sentir ainda mais seguro e motivado na hora de traçar o seu plano e seguir em frente com ele é marcar uma consulta com o seu cardiologista. Ele irá realizar algumas avaliações em consultório e solicitar a realização de algumas análises laboratoriais, a fim de se certificar das suas condições gerais, além de orientá-lo sobre as atividades que devem ser praticadas. Quem sente dores crônicas ou já tem algum problema osteomuscular instalado deve passar pela avaliação de um ortopedista, para receber orientações precisas sobre as atividades mais indicadas em cada caso.

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