Cardiologia

   

Cardiologia é uma especialidade médica que abrange a investigação, o diagnóstico e o tratamento das doenças do coração.

O ideal é que, após os 20 anos de idade, a pessoa já faça o seu primeiro check-up. Se há histórico de doenças cardíacas na família ou se a pessoa é fumante, o retorno deve ser feito anualmente.

Quando não há histórico de problemas cardíacos na família, a partir do primeiro check-up o retorno ao especialista em Cardiologia poderá ocorrer a cada cinco anos, até que a pessoa complete 35 anos. A partir dessa idade, o ideal é que as consultas ocorram anualmente, independentemente do histórico familiar.

Isso é o que os especialistas em Cardiologia recomendam como atitude preventiva para o paciente que não tenha nenhuma patologia instalada.

Mas, quando a pessoa tem alguma doença cardíaca diagnosticada, a frequência das consultas de Cardiologia irão variar, de acordo com cada caso.

O check-up médico é uma conduta preventiva, que visa não só a detecção precoce de patologias (muitas vezes enquanto estão ainda assintomáticas), como também a promoção de hábitos e condições de vida saudáveis, que podem impactar a saúde e a qualidade de vida a curto, médio e longo prazos. Nesse sentido, não é algo restrito somente à Cardiologia, podendo envolver diversas outras especialidades.

Porém, em Cardiologia, o check-up centra-se especialmente na checagem das condições cardiovasculares do paciente, na avaliação do seu quadro clínico geral, e na identificação de fatores que podem aumentar seus riscos cardíacos (como sedentarismo, obesidade, hipertensão, tabagismo e alcoolismo).

A doença cardiovascular é a principal causa de mortalidades no mundo. Esse quadro tem vários fatores de risco modificáveis, como tabagismo, controle da hipertensão arterial sistêmica, etc. Essa é a principal razão da necessidade de check-ups periódicos serem uma grande preocupação na Cardiologia.

Sim. Todas as pessoas devem manter seus check-ups em dia, dentro dos prazos preconizados pelos especialistas em Cardiologia. Essa é uma forma eficaz de prevenir muitos problemas – além, é claro, de adotar os hábitos e estilos de vida mais indicados para manter o coração fora das zonas de risco.

Há diversos exames importantes para a investigação diagnóstica e o acompanhamento de pacientes na área da Cardiologia, podendo ser ou não invasivos.

Além do exame físico do paciente, em consultório, o médico pode realizar avaliações com aparelhos como: eletrocardiograma, eletrocardiograma com prova de esforço, ecocardiograma, medição ambulatorial da tensão cardíaca e Hoter.

Análises laboratoriais, sobretudo as de sangue, também costumam ser solicitadas. A depender do caso podem ser solicitados exames mais complexos (a exemplo de exames por imagem, como a cintilografia) ou mais invasivos, como cateterismos.

• Pessoas que tenham histórico de problemas cardíacos na família;
• Pacientes que já tenham algum diagnóstico de problema cardiológico;
• Hipertensos;
• Obesos;
• Sedentários;
• Fumantes;
• Alcoólatras e viciados em drogas em geral;
• Diabéticos;
• Estresse prolongado;
• Sintomas como cansaço, falta de ar e palpitações;
• Tosses persistentes sem motivos aparentes;
• Dores no peito ao realizar atividade física.

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