Cirurgia Plástica

   

A cirurgia plástica é uma especialidade cirúrgica que busca corrigir deformidades anatômicas (congênitas ou adquiridas), melhorando o aspecto estético e funcional ou ainda reconstruindo alguma parte do corpo que necessite tratamento.

O aspecto psicológico do paciente, as razões pelas quais ele busca uma cirurgia plástica, assim como as suas expectativas em relação ao procedimento são de extrema importância e devem ser cuidadosamente analisadas pelo médico.

Sempre é importante deixar claro que uma cirurgia plástica visa, em última instância, a obtenção de um efeito anatômico e estético natural, bem como a manutenção da funcionalidade da área a ser tratada.

Os limites da cirurgia plástica estética e da cirurgia plástica reparadora se sobrepõem. Afinal, a correção de deformidades anatômicas, sejam elas congênitas, de desenvolvimento, provenientes de traumas ou relacionadas ao envelhecimento respeitam características muito individuais para cada paciente.

As limitações funcionais apresentadas pelo paciente são, muitas vezes, os critérios usados para determinar se uma cirurgia plástica é reparadora ou estética. Porém, isso não pode ser tomado como uma regra absoluta. Em muitos casos, o prejuízo estético é tão severo que por si só representa uma grande barreira para a vida e as interações sociais do indivíduo.

Por isso, toda busca por uma cirurgia plástica deve ser avaliada com muita atenção e sensibilidade pelo profissional que irá realizá-la.

Na maioria das vezes, o paciente sente necessidade de correção de uma alteração anatômica que lhe incomoda, seja por razão estética ou funcional. Quando a pessoa tem esse anseio e a motivação para mudar essa alteração é forte, ela deve procurar a orientação especializada do cirurgião plástico.

Consultar um especialista membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) para a avaliação, diagnóstico correto e orientação adequada é um passo muito importante antes da realização de uma cirurgia plástica.

A avaliação antes de uma cirurgia plástica envolve as queixas físicas do paciente, mas é muito mais ampla que isso, pois leva em consideração também os aspectos emocionais de autoestima e autoimagem.

O cirurgião deve entender a real motivação do paciente para realizar a correção e deve esclarecer ao paciente as possibilidades e limitações para seu caso específico.

Além disso, uma criteriosa avaliação do quadro geral de saúde do paciente é fundamental para planejar um procedimento com baixos riscos e para uma recuperação mais rápida após a realização da cirurgia plástica.

Muitos fatores influenciam na decisão do paciente de fazer uma cirurgia plástica e orientação correta é fundamental.

O paciente deve buscar orientação com cirurgião plástico especialista e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP). O médico deve ser capacitado e bem formado, entender as dúvidas do paciente e esclarecer a respeito das possibilidades de tratamento.

O paciente deve se identificar com o cirurgião plástico que escolheu, ter confiança nas informações passadas por ele e ter entendimento real da cirurgia e do resultado que ela pode oferecer. O planejamento de uma cirurgia plástica envolve expectativas reais, segurança e relação de afinidade entre paciente e cirurgião.

A idade para a realização de correções por meio de cirurgia plástica depende de alguns fatores.

Nos mais jovens, algumas características do desenvolvimento devem ser respeitadas, o que varia de acordo com a região anatômica e o tipo de cirurgia plástica que se pretende realizar. Em algumas malformações congênitas, por exemplo, a indicação de cirurgia pode ser bem precoce e ajudar no desenvolvimento físico e psicológico do paciente.

Entre os pacientes com mais idade, de modo geral, doenças existentes podem significar limitações para a realização da cirurgia plástica, se não estiverem controladas.

Portanto, mais do que a idade mínima ou máxima, os fatores determinantes para a viabilidade da realização de uma cirurgia plástica dependerão do estado geral de saúde do paciente frente à necessidade de realização dessa cirurgia.

Alterações anatômicas podem ocorrer em qualquer parte do corpo. A indicação de uma cirurgia plástica deve avaliar a queixa do paciente, o seu grau de expectativa, e a perspectiva de correção dentro dos limites do procedimento.

A indicação de uma cirurgia plástica é bastante particular para cada paciente e existem algumas restrições que devem ser avaliadas. Essas restrições podem estar relacionadas ao desenvolvimento do corpo, a condições anatômicas, a condições clínicas de saúde física e psicológica do paciente.

É importante ressaltar que todo o paciente candidato a uma cirurgia plástica deve entender corretamente e de maneira realista o que o procedimento pode oferecer. Ele também deve estar comprometido com os cuidados que o pós-operatório exige para adequada recuperação.

Os planos de saúde, geralmente, autorizam a cirurgia plástica considerada reparadora. Entretanto, muitos procedimentos que de antemão são considerados estéticos podem ser cobertos, conforme a avaliação do impacto anatômico e funcional gerado por aquele quadro na vida do paciente. Assim, a consulta e a avaliação por um especialista é sempre o primeiro passo para a orientação correta acerca da realização de uma cirurgia plástica.

Primeiramente, o paciente deve buscar por um cirurgião bem capacitado e reconhecido por sociedades de cirurgia plástica. A formação do profissional se reflete em sua conduta e sua prática diária, de modo que o treinamento em bons centros de formação são uma boa referência.

A associação em sociedades de cirurgia plástica, nacionais e internacionais, mostra reconhecimento da prática do cirurgião perante seus colegas. Além disso, é importante que, ao consultar, o paciente se sinta seguro e confiante com o atendimento prestado pelo cirurgião para planejar um procedimento cirúrgico. A relação entre cirurgião e paciente deve ser de grande empatia, pois guia todo o pré e o pós-operatório.

É sempre importante que o especialista deixe claro para o paciente quais são as expectativas realistas que ele pode e deve ter em relação à cirurgia plástica.

Muitas vezes, o paciente vai ao consultório com expectativas irreais para o procedimento e deve ser devidamente orientado antes da realização da cirurgia. Uma situação comum é o paciente buscar atendimento pensando na realização de um tipo de cirurgia ou tratamento e necessitar um procedimento diferente para corrigir sua queixa inicial.

Na avaliação em consultório, o cirurgião plástico deve entender as queixas do paciente, fazer o diagnóstico correto das alterações que merecem tratamento e oferecer ao paciente as opções de tratamento mais adequadas e realistas.

Após a realização da cirurgia, o paciente deve esperar por um período de 6 meses a 1 ano para avaliação dos resultados definitivos, devendo, portanto, estar ciente de que passará por fases de pós-operatório antes de observar o resultado do procedimento.

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