Otorrinolaringologia

O que é Otorrinolaringologia?

Otorrinolaringologia é o nome oficial de uma especialidade que popularmente também é conhecida apenas como “Otorrino”, e que se refere às práticas clínicas e cirúrgicas que cuidam das doenças relacionados ao ouvido (“oto”) , nariz (“rino”) e garganta (“laringe”). Sendo assim, o médico otorrino deve ser consultado sempre que a pessoa apresentar qualquer sintoma relacionado ao ouvido/labirinto (isso inclui dores de ouvido, acúmulo de cera, perdas auditivas e também sensações como zumbidos, tonturas, etc.), ao nariz (congestão nasal, coceiras, espirros, coriza, alterações de olfato, roncos, etc.) e à garganta (dores, lesões de boca, rouquidão, pigarro, alterações de fala e linguagem, etc.). Além disso, é preciso estar atento também às consultas de rotina, pois alguns perfis de pacientes precisam ser acompanhados/monitorados por um otorrino.

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Todas as pessoas que possuem algum quadro otorrinolaringológico que se manifesta de forma crônica ou inspira cuidado devem sim passar em consultas de forma periódica com um otorrino. A frequência necessária depende da situação em questão, e quem irá determinar essa constância é o otorrino que acompanha o caso. Alguns exemplos dessas situações que exigem acompanhamento são: pessoas que produzem muita cera (devem manter as consultas periódicas, para evitar que o cerume impacte no ouvido, causando sensação de ouvido entupido), pessoas que trabalham com a voz, como cantores, professores, etc. (o acompanhamento com o otorrino visa a manutenção da saúde das pregas vocais) e pessoas que têm crises de sinusite ou rinites, a fim de manter esses episódios sob controle e evitar complicações.

Após a graduação em Medicina (seis anos), o futuro otorrino precisa cursar mais três anos de especialização, isto é, faz a chamada Residência Médica em Otorrinolaringologia. Durante essa fase, são desenvolvidas e aperfeiçoadas as habilidades clínicas e cirúrgicas necessárias para a obtenção do título. A partir de agora, ao consultar um otorrino, você já sabe então que esse profissional tem, no mínimo, nove anos de estudos. Mas a grande verdade é que um médico nunca para de estudar e de se aperfeiçoar, e com o seu otorrino, isso não é diferente!

Sim, essa é uma especialidade que abrange todas as faixas etárias. Sendo assim, o otorrinolaringologista (também conhecido como otorrino) atende desde recém-nascidos até idosos.

Exatamente. O otorrino pode atuar nos dois ambientes. Dentro da especialidade, existem doenças que necessitam somente de tratamento clínico (por exemplo, com remédios) e outras que necessitam de tratamento com cirurgia.

De modo geral, o otorrino precisa saber sobre os mínimos detalhes das queixas do paciente, bem como os seus hábitos de vida, ambiente de casa e de trabalho, histórico de doenças, histórico familiar, etc. Depois da consulta completa e de um exame físico detalhado do ouvido, do nariz e da garganta, o otorrino avalia a necessidade de solicitar exames complementares, como tomografias, radiografias, nasofibrolaringoscopia, exames de audição, otoneurológico, exames do sono, dentre outros. Por fim, o otorrino apresenta ao paciente as opções de tratamento, que pode ser clínico e/ou cirúrgico.

No consultório, o otorrino pode realizar diversos procedimentos, como a remoção de cerume, remoção de secreções de ouvido nos casos de infecção, cauterizações nasais (nos casos de sangramento), drenagem de pequenos abscessos, exame de nasofibrolaringoscopia (introdução de uma pequena câmera que avalia toda anatomia do nariz e da garganta, sob anestesia tópica – spray nasal), dentre outros. 

Sim, são áreas diretamente relacionadas. O trabalho do fonoaudiólogo (também conhecido como “fono”) é muito importante em diversas etapas de abordagem do paciente atendido pelo otorrino – seja por estar atento a sinais/sintomas importantes que precisam ser encaminhados para avaliação pelo médico otorrino, seja em etapas da investigação diagnóstica conduzida pelo médico (realizando exames específicos, como Audiometria) e também no acompanhamento terapêutico de doenças relacionadas ao sistema auditivo (perdas auditivas/zumbidos/tonturas) e das questões da fala/linguagem. Podemos dizer, então, que o otorrino e o fono são grandes e importantes parceiros de trabalho!

Sim, é superimportante que o paciente que sofre com tonturas também seja avaliado por um otorrino. Esses sintomas podem ter duas origens principais: no labirinto (manifestações que devem ser diagnosticadas e tratadas pelo otorrino) e de origem neurológica (tonturas centrais, que são da competência do neurologista).

A investigação inicial e o diagnóstico são sempre feitos pelo otorrino. Se for detectado que a origem do zumbido tem relação com outras causas, o paciente será direcionado para tratamento e seguimento conjunto com a área relacionada.

Sim. O otorrino é o especialista indicado para tratar dessas situações – tanto em sua fase aguda, quanto nos casos em que as alterações de olfato e paladar ficaram como “sequelas” da doença. É muito importante ressaltar ainda que existem diversos outros fatores clínicos, para além da Covid-19, que também podem impactar na capacidade de sentir cheiros e gostos, e que o otorrino, dessa forma, é o profissional capacitado para lidar com todas essas situações.

No que se refere ao trato das estruturas compreendidas entre o nariz, os ouvidos e a garganta, existe uma série de situações que, por serem comuns, são consideradas normais pelas pessoas, mas, na verdade, são sintomas de quadros que merecem avaliação e tratamento por um otorrino. Isso pode fazer toda a diferença para a saúde e a qualidade de vida desses indivíduos, além de evitar complicações que podem até vir a ser graves. Nessa lista, podemos incluir: os casos de roncos, pessoas que respiram pela boca, pessoas que estão sempre roucas, pigarro, ouvidos entupidos, nariz escorrendo ou ressecado, incômodos na garganta, engasgos frequentes, etc.

  • Otites;
  • Zumbido;
  • Perdas auditivas;
  • Tonturas / labirintites;
  • Alteração estética: “orelha em abano”;
  • Corpo estranho no ouvido;
  • Amigdalites e abscessos amigdalianos;
  • Hipertrofias (aumentos) amigdaliana e adenoideana (muitas vezes conhecidas como: “carnes esponjosas”);
  • Lesões de boca;
  • Rouquidão por alterações nas pregas vocais ( nódulos/calos, pólipos, edemas, lesões, infecções, etc.);
  • Refluxo;
  • Respiração pela boca;
  • Roncos / apneia do sono;
  • Corpo estranho na garganta/laringe;
  • Rinite;
  • Sinusite;
  • Desvio de septo; 
  • Hipertrofia de cornetos (que também são muitas vezes conhecidos como “carnes esponjosas”);
  • Alterações de olfato;
  • Fraturas / traumas do nariz;
  • Corpo estranho no nariz.

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