Neuropsicologia - Tratamento Alzheimer

   

O Mal de Alzheimer é um dos grandes temas que mobilizam a comunidade científica actualmente. Embora ainda haja muito o que pesquisar e a busca pelo desenvolvimento de medicações eficientes seja intensa, o que se sabe, hoje, através de estudos desenvolvidos no campo da Neurologia e da Neuropsicologia, é que esta condição está intimamente ligada à inatividade cerebral.

A doença surge e avança quando o indivíduo tem poucas reservas cognitivas. Ou seja, quanto mais o cérebro é “exercitado”, maior será o fortalecimento nas conexões neuronais, protegendo o indivíduo do Mal de Alzheimer. Aí é que entra a importância ímpar das abordagens da Neuropsicologia.

Basicamente, o que ocorre com a pessoa que sofre do Mal de Alzheimer é uma dificuldade na formação de sinapses. Isto é, a “ligação” entre as células do cérebro torna-se deficiente e, sem isso, todo o seu funcionamento fica comprometido.

Através de avaliações na área da Neuropsicologia, é possível detectar os indícios da instalação do quadro de Alzheimer, demência e outros que levam à progressiva perda de memória e funções cognitivas. A partir daí, as intervenções na área da Neuropsicologia são importantíssimas para não deixar a situação progredir, alcançando graus avançados que levam à incapacidade e dependência por parte desses pacientes.

Todo o acompanhamento da Neuropsicologia é, então, no sentido de oferecer estímulos ao cérebro. Através de exercícios e terapias cognitivas, estimulam-se novas conexões neuronais e a preservação das funções não comprometidas. Geralmente, o uso de medicação é também importante nessa terapêutica, que não raro se dá de forma multidisciplinar, envolvendo também neurologistas ou geriatras, por exemplo.

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