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Doenças do sangue e infecções elevam riscos de AVC em crianças

Produzido por
Clínica Vita

Assessoria de Comunicação

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A maioria das pessoas acredita que o acidente vascular cerebral (AVC) é algo que pode acontecer somente com adultos. Não é verdade. Existem situações em que ele pode também acontecer em crianças e, o mais importante: em determinados casos, isso pode ser prevenido.

O grupo infantil que tem especial risco de sofrer AVC são as crianças com anemia falciforme (doença hereditária caracterizada pela alteração dos glóbulos vermelhos do sangue). Outras doenças hematológicas (do sangue), como hemofilia, distúrbios de coagulação e linfomas, também podem aumentar os riscos de ocorrer um AVC infantil.

Para as crianças com essas condições, recomenda-se a realização periódica do exame Doppler transcraniano, a fim de manter sob observação a circulação sanguínea e o estado dos principais vasos no crânio desses pacientes.

Outras situações que podem levar ao AVC na infância são: doenças cardíacas congênitas ou adquiridas, complicações de doenças infecciosas (como otites, faringoamigdalites e meningites), doenças arteriais, além de traumatismo craniano ou cervical.

Ou seja, o AVC infantil geralmente acontece na esteira do desdobramento de outras patologias ou quadros clínicos, exigindo, acima de tudo, muita atenção e perícia dos especialistas que estiverem acompanhando esses pacientes. Entretanto, pais e responsáveis também devem estar cientes de que crianças também podem ser acometidas por esse quadro, ficando especialmente alertas no caso dos grupos de maior risco.

Os principais sintomas do AVC infantil são semelhantes aos que acontecem com os adultos, e geralmente incluem as seguintes características: dificuldade súbita para caminhar, para mexer os braços ou mesmo um dos lados do corpo, salivação excessiva e dificuldade para falar e engolir. Podem acompanhar outros sintomas, como sonolência inexplicável, crise epiléptica, perda de sensibilidade e confusão mental.

Assim como os adultos, o quadro também pode levar ao coma e a óbito ou, então, deixar sequelas. O acompanhamento médico de rotina, a realização dos exames preventivos para aqueles que estão nos grupos de risco e o conhecimento dos sintomas são medidas importantes, que podem salvar esses pequenos pacientes.

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