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Dor de cabeça atinge mais de 90% da população

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Cefaleia ou cefalgia é o nome técnico de um dos sintomas mais comuns no ser humano: a dor de cabeça. Existe mais de uma centena de causas para o surgimento desse quadro, que atinge mais de 90% das pessoas, em alguma altura da vida.

As dores de cabeça estão, portanto, entre as queixas mais comuns entre a população adulta em todo o mundo. Mas quando os episódios se tornam recorrentes (mais de três vezes por semana, por um período igual ou superior a três meses), o quadro precisa ser investigado, pois pode ser indicativo de alguma patologia mais grave ou de algum problema crônico, que pode comprometer diretamente a funcionalidade e a qualidade de vida.

Identificar corretamente o tipo de cefaleia da qual o paciente está sofrendo é muito importante para a condução de um tratamento seguro e assertivo.

As chamadas cefaleias primárias são aquelas nas quais a dor NÃO é um sintoma resultante de uma outra patologia de base, mas sim a patologia em si. Esse é o caso da enxaqueca, da cefaleia tensional e da cefaleia em salvas, por exemplo.

Nesses casos, o diagnóstico é clínico, com base no acompanhamento dos padrões e das características das crises. Mas exames laboratoriais e de imagens são solicitados, para descartar a existência de outras patologias.

Já as cefaleias secundárias são resultantes de algum problema de base, como tumores, lesões, sangramentos, entre outras patologias instaladas no cérebro e/ou crânio. Nesses casos, exames laboratoriais e de imagem (como as tomografias e ressonâncias, que são muito importantes) costumam indicar, com maior precisão, onde exatamente está a causa da dor e a extensão do problema.

Por isso, apesar de comum, a dor de cabeça não deve ser subestimada e nem tratada com automedicação. O “remedinho” de alívio tomado indiscriminadamente e sem a devida orientação médica pode mascarar o problema de fundo e, até mesmo, ajudar a contribuir para a piora do sintoma.

Quando os episódios de dor de cabeça se tornam recorrentes, o neurologista deve ser procurado para que seja feita a investigação da causa e a prescrição de um tratamento seguro.

Profissionais entrevistados:
Dra. Simone Amorim
Dr. Luiz Rodrigo Marinho

Essa publicação foi atualizada em 24 de agosto de 2019 18:26

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