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Dor de cabeça pode ter origem em falha na mordida

Produzido por
Clínica Vita

Assessoria de Comunicação

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Estalos no ouvido ao abrir e fechar a boca, dores frequentes na articulação da mandíbula, desgastes excessivos dos dentes e  fortes dores de cabeça? Você pode estar sofrendo de Distúrbio da Articulação Temporomandibular (DTM).

A Articulação Temporomandibular é a articulação da mandíbula com o crânio e é responsável pela abertura e fechamento da boca e pelos movimentos da face. O distúrbio aparece, geralmente, quando há desequilíbrio nesse “sistema da mordida”.

“A oclusão (mordida) normal é aquela em que os dentes e suas estruturas de suporte, articulações, ligamentos e músculos trabalham em harmonia, sem alterar os mecanismos da fala, da respiração, da mastigação e deglutição”, explica a fonoaudióloga Joyce Fialho Rodrigues. Segundo ela, a má-oclusão – ou mordida errada – é decorrência do mau desenvolvimento dessas estruturas.

Os problemas decorrentes do DTM frequentemente se fazem notar na faixa etária entre os 21 e os 50 anos de idade.

Joyce explica que diversos fatores costumam ocasionar a má-oclusão. Podem contar aí questões hereditárias, condições endócrinas (funcionamento de glândulas), ausência ou alterações na formação dos dentes, hábito de respirar pela boca, uso chupeta etc.

A estimativa é de que pelo menos 60% das pessoas sofram de DTM. Porém, é muito comum as pessoas conviverem com os sintomas, sem fazerem ideia da causa real dos problemas.

Enxaqueca

“Muitas vezes, as pessoas acham que estão sofrendo de enxaqueca e passam por diversos especialistas, até que seja feito o diagnóstico de DTM”, explica a fonoaudióloga. O problema, segundo ela, também pode levar a dores nas têmporas, no pescoço, ombro e até na coluna.

“Outra consequência é o Bruxismo, que se caracteriza pelo hábito de ranger os dentes, geralmente à noite. Este distúrbio desgasta restaurações, dentes, gengivas e estruturas de suporte além de provocar dor muscular”, diz.

Quando a pessoa desconfia sofrer de DTM ou apresenta alguns dos sintomas típicos do problema, o dentista é o profissional mais indicado para fazer a primeira avaliação.

O tratamento, normalmente, é multidisciplinar, e sempre inclui terapia fonoaudiológica, além de tratamento com ortodontista (para correção da oclusão) e/ou cirurgião buco-maxilofacial e, possivelmente, também acompanhamento médico.

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