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É hora de adotar estratégias para renovar e regenerar a pele

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Clínica Vita

Assessoria de Comunicação

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FONTE da imagem: reprodução do portal Abril (Autor: Ana Lima).

O começo do outono é a época ideal para medidas de recuperação e renovação da pele. Afinal, o calor, o sol, o tipo de água em que nos banhamos, os efeitos dos cosméticos que usamos (ou o fato de deixarmos de usá-los) – tudo isso impacta a pele, e quase tudo deixa marcas. Assim, para evitar heranças indesejáveis do verão, vale a pena apostar em alguns procedimentos estratégicos.

A dermatologista Tallita Rezende ressalta que, hoje em dia, as pessoas estão mais atentas aos malefícios dos raios ultravioleta e que, felizmente, já não é mais moda aquela pele tostada pela exposição solar excessiva e desprotegida.

Mesmo assim, muitos erros ainda são cometidos e os seus resultados se revelam nas consultas. Escolha equivocada de produtos, frequência ou quantidade utilizada inadequadas e negligência nas reaplicações do filtro solar são alguns exemplos de situações que acabam por comprometer o bom aspecto da pele, ao final de uma estação intensa como o verão.

Além disso, outras situações típicas da temporada também contribuem para “castigar” a pele: a água do mar, que além do sal, muitas vezes também está poluída; o cloro das piscinas; o uso de maquiagem ou cremes hidratantes inapropriados para a estação, etc.

“Por tudo isso, é comum a pele chegar um pouco mais sofrida ao final do verão. Aos poucos, aquele aspecto corado vai dando lugar a manchas, cravos, espinhas ou áreas muito ressecadas, por exemplo. A pele pode apresentar um ar cansado e sem viço nos meses subsequentes ao verão, sendo que o rosto, os ombros e o colo são especialmente sujeitas a esses efeitos”, sublinha a médica.

De acordo com a especialista, os cuidados básicos para evitar os efeitos colaterais após o fim da estação são os seguintes:

1) Avaliar, a partir de uma consulta dermatológica, o estado geral da pele e a indicação dos tratamentos mais adequados;

2) Devido ao calor, o suor e a alguns dos fatores já mencionados acima, a produção das glândulas sebáceas tende a ser maior, propiciando o surgimento de cravos e espinhas. Assim, uma limpeza profunda costuma ser o primeiro passo para a recuperação da pele;

3) Nesta etapa, uma esfoliação também pode ser indicada. O processo ajuda a retirar as células mortas, auxiliando a regeneração da cútis, sendo que os cuidados de proteção solar e hidratação devem ser observados com muita atenção após o procedimento;

4) Após isso, tratamentos com máscaras regeneradoras também são bastante convenientes para promover a nutrição, a reidratação e a regeneração da pele. Elas devem ser indicadas conforme cada tipo de pele;

5) Peelings físicos também já podem começar a ser feitos. Nesse tipo de peeling, a pele é submetida a uma esfoliação, que pode ser manual ou através de aparelhos. Um bom exemplo é o  peeling de cristal, que aplica sobre a pele microcristais de óxido de alumínio associado ao vácuo. A vantagem dos peelings físicos é que não restringem a exposição solar e também podem ser realizados por gestantes, por exemplo;

6) Dependendo dos comprometimentos gerados pela exposição solar, da idade e das condições gerais da pele, tratamentos a laser poderão ser indicados. Eles costumam ter resultados excelentes, em casos de manchas ou pequenos sulcos causados ao longo dos anos pela exposição solar indevida. Mas a paciente não poderá tomar sol nas áreas onde o tratamento estiver sendo realizado.

Em paralelo aos tratamentos, a dermatologista lembra que uma alimentação bem equilibrada, assim como a abstenção do fumo e o consumo moderado de álcool também dão contribuições essenciais para que a pele apresente um aspecto saudável e viçoso.

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