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Neurologista esclarece questões sobre epilepsia durante programa de rádio

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Clínica Vita

Assessoria de Comunicação

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O que exatamente é a epilepsia? Quais são os seus principais sintomas e quais as suas implicações para a vida do paciente? Como reconhecer uma crise e o que fazer diante dela? Em menos de dez minutos, a neurologista infantil e neurofisiologista Simone Amorim esclarece esses pontos centrais, nesta entrevista para a Rádio Cidade Jundiaí, cujo link compartilhamos abaixo.

Em todo o mundo, o mês de março é dedicado às ações de conscientização sobre a doença, tendo o dia 26/03 sido batizado de Purple Day, e escolhido como o dia mundial de mobilização pela causa. Mas ao longo de todo o ano, o assunto precisa permanecer na pauta, pois a epilepsia ainda é alvo de muitos mitos e estigmas que precisam ser combatidos, pois, além de causarem sofrimento e discriminação, muitas vezes dificultam o acesso dos pacientes a um tratamento adequado e impedem a sua plena inclusão nos meios sociais.

CLIQUE NO LINK ABAIXO PARA OUVIR A ENTREVISTA

SAIBA MAIS

O que é o Purple Day: instituído em 2008, o Purple Day é dedicado à reflexão sobre a epilepsia, as suas formas de tratamento e a sua prevenção. O esforço se propõe também a derrubar estigmas de uma sociedade que ainda se assusta – e discrimina – as vítimas da síndrome. O movimento foi criado por uma criança canadense chamada Cassidy Megan, com a ajuda da Associação de Epilepsia da Nova Escócia (EANS). A cor roxa foi escolhida em referência à flor de lavanda, que naquele país é associada à solidão, uma vez que o isolamento é um dos principais problemas enfrentados pelas pessoas que têm a síndrome.

Tratamento da epilepsia: além do tratamento farmacológico cada vez mais assertivo, a adoção da dieta cetogênica como linha terapêutica também tem representado um verdadeiro divisor de águas em inúmeros casos – em mais de 50% dos episódios há uma remissão significativa da frequência e da intensidade das crises, sendo que, em média, 25% dos pacientes chegam a ter remissão total do quadro. Somente em situações muito pontuais é que as cirurgias costumam ser indicadas.

A vida do paciente: atualmente, com a visão que se tem e com os tratamentos disponíveis, cada vez mais é possível levar uma vida plena e saudável, após o diagnóstico de epilepsia. O quadro impõe, sim, cuidados específicos e adaptações na rotina, mas ele NÃO define o indivíduo. Cada paciente tem uma história própria, com habilidades, possibilidades e limitações individualizadas, como qualquer outra pessoa.

Essa publicação foi atualizada em 7 de abril de 2021 06:35

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