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Porque torcer faz bem!

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Clínica Vita

Assessoria de Comunicação

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A Copa do Mundo sempre mexeu com as emoções do brasileiro e, agora, com a realização dentro do país e em meio a tantas polêmicas, praticamente não há quem consiga passar indiferente ao evento – seja como torcedor apaixonado, seja como crítico mordaz ou ambas as coisas. FONTE da imagem: BAND NEWS

Agora já falta muito pouco para o início da Copa do Mundo no Brasil e, para o bem e para o mal, nunca antes na História deste país essa competição mexeu tanto com as nossas emoções. Afinal, neste ano, a tradicional onda patriótica vem ganhando novos contornos, em meio a tantas controvérsias e polêmicas que envolvem a organização do evento. E aí, o que fazer então com a vontade de soltar o grito preso na garganta – seja ele de amor à camisa canarinho, seja de indignação com o estado geral de coisas ou seja ele por ambas as razões e muito mais?

A psicóloga e especialista em Terapia Comportamental Cognitiva (TCC), Cássia Denadai, ressalta que tudo o que é levado ao extremo, seja para mais ou para menos, tem o potencial de nos afetar negativamente. “O ideal é sempre encontrarmos formas de sermos moderados. Posições mais realistas são sempre as melhores opções”, salienta.

E a realidade, ela observa, é que não se importar com um evento como a Copa do Mundo, deixar de torcer para a Seleção, no país em que o interesse pelo futebol tem a importância que tem no Brasil, pode ser um sacrifício além da medida para uma grande parcela da população.

“A não ser para aquela pessoa que, de fato, nunca ligou para isso, para a pessoa que sempre torceu e sempre se envolveu, deixar de fazê-lo agora será uma privação. Essa pessoa deixará de estar ao lado de amigos e familiares, vivenciando momentos que – simbolicamente – são importantes no reforço de laços e do sentido de pertencerem a algo em comum”, explica.

A especialista enfatiza ainda que “o sentimento de pertencimento é importante para o ser humano, pois precisamos sempre fazer parte de um grupo e buscamos isso”.

Portanto, posicionar-se criticamente em relação à forma como foi conduzida a organização do evento, e em relação ao governo do país como um todo, é algo importante e salutar no pleno exercício dos direitos do cidadão. Mas será mesmo necessário autopunir-se, abandonando as bandeirinhas, a camisa amarela, as reuniões para torcer pelo time, perdendo de vez o espírito esportivo? Talvez sim, mas apenas se esse for, de fato, o sentimento que estiver predominando no coração. Caso não, torcer de forma saudável é algo que sempre fez e que continua fazendo muito bem a quem se permite.

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