A Psiquiatria é a especialidade médica que abrange todo e qualquer fenômeno relacionado à saúde mental do ser humano. Por isso, sempre que os sintomas psíquicos causem sofrimento, incômodo ou dificuldades para o indivíduo e/ou para as pessoas à sua volta, um especialista nessa área pode (e deve) ser consultado.
Por inúmeras razões, o atendimento psiquiátrico sempre foi cercado de estigmas. Mas, felizmente, isso vem mudando e tem permitido que os devidos cuidados de saúde mental se popularizem – até porque a assistência médica nessa área tem sido cada vez mais necessária, frente a toda a carga de estresse, desafios e pressões enfrentados no mundo moderno.
Sendo assim, já vai longe a ideia de que a atuação da Psiquiatria restringe-se apenas àquelas pessoas em total descontrole do seu estado psíquico ou que já tenham perdido a conexão com a realidade. Embora esses sejam pacientes que, sem sombra de dúvidas, necessitam ser assistidos por um psiquiatra, existem inúmeras outras situações em que é recomendável recorrer a esse especialista, tão logo os principais problemas comecem a surgir.
Sim, a Psiquiatria e a Psicologia trabalham em áreas muito próximas. São ciências diferentes, que normalmente se complementam muito bem no acompanhamento de inúmeros casos. Cada uma nos seus campos específicos de abordagem.
O psiquiatra é um médico. Como tal, ele está comprometido com o estado geral de saúde física do paciente, levando isso em consideração nas suas investigações clínicas e avaliações. Também está habilitado a prescrever medicações – muitas delas de uso controlado e essenciais no tratamento de diversos transtornos, incluindo diversos casos de depressão e ansiedade.
Como linha complementar ao tratamento, o psiquiatra pode indicar a Psicoterapia. Em geral, o suporte psicoterápico é muito bem-vindo!
Da mesma forma, cabe ao psicólogo encaminhar o paciente ao psiquiatra, quando observa a presença de um quadro que possa exigir tratamento medicamentoso, para uma melhor evolução do paciente.
– Sentimento de angústia / tristeza / desprazer sem razão aparente, que perdure por mais de quatro semanas;
– Ansiedade que impacte/atrapalhe/comprometa o bem-estar, as atividades laborais ou o convívio social;
– Fobia social;
– Insônias ou dificuldades de conciliar o sono (pesadelos persistentes, pensamentos obsessivos, etc.);
– Dependências químicas;
– Transtornos alimentares;
– Transtornos de sexualidade;
– Transtornos de desenvolvimento;
– Transtornos psicóticos.
Essa publicação foi atualizada em 17 de setembro de 2019 04:28
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