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Rede de apoio ajuda a vencer barreiras psicológicas para largar o cigarro

Produzido por
Clínica Vita

Assessoria de Comunicação

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Novo ano começando, novas metas em vigor. Abandonar o cigarro é um item recorrente nas listas de realizações para o Ano Novo. Afinal, saúde para dar e vender é algo que todo mundo deseja! Mas sabemos que esse propósito é também um dos mais difíceis de cumprir e que, muitas vezes, o fumante não sabe por onde começar.

A psicóloga Cássia Denadai, especialista em Terapia Comportamental Cognitiva (TCC), lembra que o tabagismo envolve pelo menos dois tipos de dependência: a química e a psicológica.

Por isso, deixar de fumar é um desafio em várias frentes: junto com a força de vontade e a determinação do fumante – que devem vir em primeiro lugar -, é importantíssimo contar com uma rede de apoio.

Para ajudar no controle da dependência química, hoje já existem medicamentos, adesivos e até gomas de mascar que aliviam as sensações de abstinência no organismo. Por outro lado, a relação emocional com o hábito pode ser o fator mais difícil de superar, pois geralmente ele está  associado a sensações de prazer, relaxamento, conforto ou segurança, por exemplo.

Daí a grande importância de se contar com profissionais capacitados, que saibam conduzir abordagens e dar o suporte que o paciente necessita na fase mais difícil. A terapia comportamental cognitiva trabalha estabelecendo metas acordadas junto com o paciente, enquanto são feitas também abordagens para identificação e mudança de comportamentos relacionados ao ato de fumar.

“A partir da tomada de consciência das situações ou dos pensamentos que desencadeiam a vontade ou a necessidade de fumar, ajudamos o indivíduo a se reprogramar diante desses eventos”, explica a especialista.

As metas estabelecidas ao longo do tratamento variam de paciente para paciente. Afinal, cada indivíduo exige um estudo e um levantamento do seu quadro específico em relação às situações desencadeantes e relacionadas ao vício.

Diante das propostas de mudanças, a especialista salienta que é natural que surjam dificuldades. Mas o ganho de consciência sobre os próprios condicionamentos, proporcionado pelo processo terapêutico, oferece chaves importantes para a autossuperação.

Segundo a terapeuta, exercícios de respiração e mentalizações para os momentos de maior angústia durante a abstinência também são propostos. Além disso, ela incentiva fortemente a inclusão da prática de atividades físicas na rotina do paciente.

“Os exercícios físicos desempenham um papel fundamental, tanto na estabilização do humor, quanto na eliminação de toxinas”, indica.

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