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Vontade de parar é a primeira grande arma contra o tabagismo

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Clínica Vita

Assessoria de Comunicação

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“A vontade é sempre soberana e, quando isso realmente entra no jogo, ele está ganho, por mais difícil que possa ser”. Com essas palavras, a especialista em Psiquiatria, Psico-oncologia e Tabagismo, Célia Lídia da Costa, indica a principal arma para vencer o tabagismo, uma doença que  atinge mais de 15% da população do país, conforme as estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Sim, o tabagismo é uma doença, não é apenas um hábito. É um vício, que implica em dependência química e psicológica. Nesse quadro, a reabilitação está amplamente condicionada ao propósito de vencer por parte do paciente.

Amanhã, 31 de maio, é celebrado o Dia Mundial Sem Tabaco. Além de estimular as medidas de conscientização, a expectativa é de que datas assim sirvam como um marco incentivador para aqueles que desejam dar o primeiro passo para reverter a situação.

Célia Lídia aconselha, entretanto, que uma vez tomada a decisão de deixar de fumar, a pessoa procure ajuda e estabeleça um plano estratégico.

“A nicotina presente no cigarro é uma droga aditiva. Ela é considerada tão ou mais perigosa do que a cocaína, em termos de potencial para causar dependência. Ou seja, além do fator comportamental, a dependência do cigarro envolve um lado químico”, explica.

É importante que a pessoa esteja consciente das possíveis reações que o organismo terá diante da abstinência do fumo. Buscar apoio profissional para enfrentar esse período ajuda a afastar esses desconfortos e, com isso, amplia as chances de não haver recaída.

Ao interromper o uso do cigarro, o fumante pode experimentar sintomas como tremores, sudorese, alterações de concentração e humor, entre outros. “Mas hoje ninguém precisa passar por isso”, diz a especialista, explicando que o tratamento pode incluir medicamentos com ação bastante eficaz para combater as sensações de abstinência da droga.

Além da medicação, o tratamento envolve medidas que visam descondicionar o indivíduo do ato de fumar.

Muitas vezes, o “amparo psicológico” que as pessoas projetam no cigarro está arraigado ao ponto de o paciente acreditar que já não há mais a possibilidade de parar.

“Todos os fumantes precisam saber que podem parar de fumar”, enfatiza Célia Lídia, independentemente de quantas vezes a pessoa já tenha falhado nas tentativas. “Se a pessoa tentou sozinha e não conseguiu, ela deve procurar ajuda profissional. O importante é não desistir dessa luta”, conclui a médica.

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