Terapia Ocupacional 2018-06-23T18:55:21+00:00

Terapia Ocupacional

O que é Terapia Ocupacional?

É uma área de formação de nível superior voltada aos estudos, à prevenção e ao tratamento de pacientes que apresentem alterações cognitivas, afetivas, perceptivas e/ou psicomotoras, decorrentes ou não de distúrbios genéticos, traumáticos e/ou de doenças adquiridas. A Terapia Ocupacional utiliza as próprias atividades humanas como base de desenvolvimento de projetos terapêuticos específicos, visando, em geral, o ganho de autonomia pelos pacientes. Por essa razão, a Terapia Ocupacional oferece contribuições importantíssimas no campo da Neurorreabilitação (área inter e multidisciplinar da Saúde voltada para a atenção ao paciente neurológico crônico), dando suportes terapêuticos que proporcionam melhoras, evoluções e/ou adaptações dentro das condições clínicas de cada indivíduo assistido.

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Quando a pessoa, de qualquer faixa etária, apresenta alterações em uma ou mais áreas de seu desempenho ocupacional, isto é, nas habilidades necessárias para seguir e manter uma rotina diária, desempenhar papéis sociais e tarefas que têm como objetivo a automanutenção, a produtividade e o lazer, executadas de modo satisfatório e apropriado para o estágio de desenvolvimento, cultura e ambiente do indivíduo. Muitas vezes, o encaminhamento ao terapeuta ocupacional acontece por indicação de outros especialistas que já assistem o paciente ou na sequência da alta hospitalar, do reestabelecimento clínico ou dentro de um plano de acompanhamento/prevenção de perdas em um quadro crônico diagnosticado – como é muito comum na área da Neurorreabilitação.

Sempre que possível, a atuação multiprofissional é muito bem-vinda e indicada para garantir a atenção integral ao paciente, seja por meio da discussão do caso ou mesmo do atendimento conjunto, dentro de um plano de tratamento.

Sim, no caso de pessoas que passam por alterações nas estruturas do corpo, como doenças degenerativas ou neuromusculoesqueléticas, pode ser necessário o uso de órteses, que por definição são “dispositivos aplicados externamente para modificar as características estruturais e funcionais dos sistemas neuromuscular e esquelético”. Bebês, crianças e adultos podem ter necessidade do uso de órteses, tanto para membros superiores quanto para membros inferiores. Adaptações para a realização das atividades diárias, trabalho, lazer e brincadeiras também são confeccionadas ou indicadas pelo terapeuta ocupacional, a fim de otimizar a função e proporcionar mais independência e garantir a autonomia na realização de tais tarefas.

São dispositivos através do qual obtém-se a otimização do aparelho locomotor, por meio de uma força externa para influenciar a mobilidade articular, visando o posicionamento mais próximo ao funcional ou anatômico. Os benefícios no uso das órteses são: alcançar resultados mais precoces, abreviar o tempo de tratamento, reduzir o estresse sobre os tecidos envolvidos e, em alguns, casos restaurar e aumentar a função dos membros.

• Sequelas neurológicas de doenças como AVC (derrame cerebral), traumas cranianos, etc.;
• Pacientes com transtorno do Espectro Autista (TEA);
• Pacientes depressivos;
• Pacientes com perdas/comprometimentos funcionais em geral.

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