Avaliação Neuropsicológica 2018-06-17T16:48:09+00:00

Avaliação Neuropsicológica

O que é Avaliação Neuropsicológica?

A Avaliação Neuropsicológica é uma etapa importante na investigação diagnóstica de diversos quadros clínicos que afetam ou podem afetar a parte cognitiva do paciente (isto é, sua capacidade de percepção, compreensão, raciocínio lógico, memorização, linguagem, abstração, etc.), em qualquer faixa etária (crianças, adultos ou idosos).

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Essa avaliação é feita pelo neuropsicólogo (isto é, um psicólogo com especialização em Neuropsicologia), a partir de várias sessões de entrevistas e de testes específicos feitos com o paciente. Esses testes visam avaliar as diversas funções cognitivas e o funcionamento cerebral. Além disso, o profissional observa também o histórico clínico (fazendo toda uma coleta de dados sobre a história médica, psicossocial e ocupacional da pessoa, os marcos relevantes do desenvolvimento, as habilidades específicas, as características, a gravidade e a progressão das queixas). Para isso, são realizadas entrevistas não só com o paciente, como também com membros da família, além da análise de exames e laudos encaminhados por outros especialistas, se existirem. A conclusão da avaliação consta do cruzamento de todos esses dados.

Por diversas razões. Dentre elas, porque na área da Neurologia existem diversos quadros ou transtornos para os quais NÃO existem (até o momento) exames laboratoriais ou de imagens – uma vez que estão relacionados estritamente ao funcionamento de determinadas áreas do cérebro. São exemplos disso quadros como Transtorno do Espectro Autista (TEA), Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e a dislexia. Nessas situações, a Avaliação Neuropsicológica é fundamental para um diagnóstico conclusivo. Outros casos em que a Avaliação Neuropsicológica é muito importante é no caso das lesões cerebrais, das doenças metabólicas ou das doenças degenerativas. Aqui, o estudo feito pelo neuropsicólogo é importantísimo para sabermos se de fato há comprometimentos congnitivos no paciente e qual a sua extensão. Com esses conhecimentos, torna-se possível traçar planos de tratamento muito mais assertivos para oferecer um bom acompanhamento para a evolução desses pacientes.

• Problemas no aprendizado;
• Dislexia;
• Transtorno de déficits de atenção e hiperatividade (TDAH);
• Distúrbios mentais;
• Perda de habilidades motoras;
• Transtorno cognitivo leve;
• Demências e/ou diagnóstico diferencial para depressão;
• Alteração cognitiva após AVC (Acidente Vascular Cerebral) e após TCE (Traumatismo Crânioencefálico).

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