Tratamento da Depressão 2018-06-29T07:27:31+00:00

Depressão tem tratamento:
a depressão é, muitas vezes, a doença em si e, noutras,
uma comorbidade que surge associada a outros quadros

Tratamento da depressão

Tratamento da depressão

A depressão é o mais comum dos transtornos psicoemocionais, sendo hoje considerada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como uma epidemia mundial. O quadro é caracterizado por uma série de sintomas clínicos, que afetam e/ou comprometem as diversas áreas da vida do paciente, a começar pelo seu bem-estar, sua autoimagem, autoestima e autoconfiança. Sabemos que diversas áreas do cérebro são afetadas nesse processo, afetando principalmente o nível e a eficiência dos neurotransmissores, como a serotonina e a dopamina. Entretanto, NÃO existem exames laboratoriais ou de imagem que detectem a depressão. O diagnóstico é clínico.

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A depressão propriamente dita é um quadro médico da área da Psiquiatria, cabendo a esse especialista realizar o diagnóstico e definir pela viabilidade ou não do tratamento medicamentoso (prescrição de antidepressivos) e pelo encaminhamento à Psicoterapia e demais terapias de apoio, como a Neuromodulação e Biofeedback, que são recursos reconhecidos como ferramentas eficazes para o enfrentamento do quadro pelo paciente. Quando o quadro surge como comorbidade associada a doenças da área neurológica, cabe ao neurologista que acompanha o paciente avaliar a situação, realizando as melhores prescrições para o caso específico e encaminhando o paciente para outras terapêuticas que poderão atuar de forma multidisciplinar no processo de Neurorreabilitação.
Na verdade, é muito interessante e importante que o paciente procure a ajuda do psicólogo logo que os primeiros sinais de desconforto psicoemocional se manifestem. Quanto mais cedo esse suporte profissional ocorrer, maiores são as chances de se prevenir a instalação do quadro depressivo propriamente dito. Entretanto, quando a depressão já está instalada, a avaliação médica costuma ser necessária para que seja verificada a necessidade uso de medicações associadas à Psicoterapia e outros procedimentos, como no caso do Neuromodulação e do Biofeedback.

A Neuromodulação é um procedimento médico que tem especial indicação para o tratamento da depressão. Trata-se de um tratamento não-invasivo (no caso da modalidade disponível na Clínica Vita), por meio do qual conseguimos modificações (modulações) a nível cerebral, que levam a melhorias de desempenho no Sistema Nervoso Central (cérebro/medula) e/ou Periférico (nervos periféricos), propiciando melhorias nos sintomas.

O Biofeedback é uma técnica ajuda no alívio e na melhoria de diversos sintomas físicos que surgem em situações de estresse emocional. Pacientes com depressão e ansiedade costumam ser diretamente beneficiado por essa ferramenta terapêutica, que, em geral, NÃO dispensa a continuidade do processo psicoterápico e/ou do tratamento medicamentoso para a depressão, quando há essa indicação. O procedimento é feito de forma não-invasiva, com ajuda de equipamento eletrônico sensível, que sinaliza sobre as reações fisiológicas e dá suporte ao treinamento psicofisiológico realizado pelo terapeuta junto com o paciente. Com a melhoria dos sintomas físicos e ganho de maior autocontrole, o paciente tende a ter também ganhos de autoconfiança e autoestima, impactando positivamente na superação/melhoria do quadro depressivo. O autoconhecimento e a conscientização sobre gatilhos psicológicos também é um aspecto importante nesse processo, que colabora diretamente com o trabalho psicoterapêutico.

A depressão traz uma série de sintomas físicos ou comportamentais que, quando associados e persistentes, são importantes sinalizadores do quadro depressivo:

  • Sensação permanente de cansaço e fraqueza, mesmo após períodos de descanso;
  • Sensação de impotência ou incapacidade para os afazeres do dia a dia
  • Desmotivação diante da vida em geral e desinteresse por atividades que antes davam prazer;
  • Sensação de angústia e/ou ansiedade;
  • Irritabilidade;
  • Autoestima baixa;
  • Insônia (ou sono de má qualidade);
  • Pensamentos pessimistas;
  • Comportamentos compulsivos;
  • Dificuldade para se concentrar;
  • Problemas ou disfunções sexuais
  • Pensamentos frequentes sobre a morte e/ou suicídio.

Existem diversos fatores de risco para a depressão, dentre eles:

  • Histórico familiar;
  • Transtornos psiquiátricos correlatos;
  • Estresse crônico;
  • Ansiedade crônica;
  • Disfunções hormonais;
  • Excesso de peso;
  • Sedentarismo;
  • Dietas mal balanceadas;
  • Vícios (cigarro, álcool e drogas lícitas e ilícitas);
  • Uso excessivo de Internet e redes sociais;
  • Traumas físicos ou psicológicos;
  • Convivência com doenças crônicas;
  • Enxaqueca.

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