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Covid-19: vacine-se contra as fake news!

Produzido por
Clínica Vita

Assessoria de Comunicação

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É verdade que a covid-19 é uma doença nova e que a ciência ainda tem muito a descobrir a seu respeito. Mas é fato também que, para trazer as vacinas a público, entraram em cena os mais rigorosos critérios científicos, juntamente com uma verdadeira “força-tarefa” em laboratórios e centros de estudos do mundo inteiro. Por isso, vacinar é SEGURO e, hoje, a principal estratégia para ser possível vislumbrar o fim da pandemia.

Entretanto, na esteira do medo e das perdas de vidas causadas pela disseminação do novo coronavírus, desfilam de forma oportunista uma série de fake news. Somam-se a isso algumas ocorrências tão lamentáveis quanto chocantes de desvios de doses das vacinas, por meio de falsas aplicações. Embora pontual, a atitude antiética e criminosa lesa não só as vítimas imediatas, mas também a credibilidade do sistema em si.

À população cabe reforçar o cuidado para se informar por meio de fontes seguras e de credibilidade. O momento, que continua a exigir esforços pessoais nos cuidados com o distanciamento social e com as medidas de biossegurança no dia a dia, exige também muito bom-senso!

TIRE AS SUAS DÚVIDAS

Tomar a vacina é seguro?

Antes de uma vacina ou de qualquer outro medicamento ser liberado para uso na população, é preciso passar por rigorosos crivos científicos e, depois, ser aprovado e autorizado para uso regulamentado pelas agências reguladoras de Saúde. Logo, as vacinas aprovadas no Brasil são, SIM, consideradas seguras para uso nos grupos populacionais convocados para receber a imunização.

Qual a vantagem de ser vacinado contra a covid-19?

As vacinas disponíveis hoje produzem proteção contra a doença, como resultado do desenvolvimento de uma resposta imune ao vírus SARS-CoV-2 (saiba mais sobre o vírus aqui neste link). O desenvolvimento da imunidade por meio da vacinação significa que há um risco reduzido de desenvolver a doença covid-19 e as suas complicações, em caso de exposição ao vírus.

Tomar a vacina garante que a pessoa não poderá mais ser contaminada pelo SARS-CoV-2 e pelas variantes do novo coronavírus?

Não necessariamente. Mas, comprovadamente, a vacina contribui para evitar o agravamento dos sintomas, em caso de contágio.

Depois de vacinada, a pessoa pode parar de tomar precauções contra a covid-19?

NÃO, pois, conforme dito acima, ainda existe algum risco de contágio. Para manter-se seguro e ajudar a manter seguras as pessoas ao seu redor, é preciso continuar observando a distância mínima de um metro das pessoas que não morem na mesma casa, evitar agrupamentos, usar máscaras (especialmente em espaços fechados com a presença de mais pessoas) e higienizar as mãos com frequência.

A vacina contra a covid-19 causa algum efeito colateral?

Os principais efeitos colaterais associados às vacinas aprovadas para a SARS-CoV2 (isto é, a covid-19) são: febre baixa, mialgia (dores pelo corpo), cefaleia, náuseas, fadiga e dor/ vermelhidão no local de aplicação da injeção. Esses efeitos foram mais frequentes após a segunda dose (dose de reforço) da vacina e, no geral, foram autolimitados (ou seja, desapareceram após algumas horas).

No geral, quem pode tomar a vacina, no caso dela vir a estar disponível para toda a população?

A OMS destaca que, atualmente, as vacinas disponíveis em nível mundial contra a covid-19 são seguras para a maioria das pessoas com 18 anos ou mais, incluindo aquelas com doenças pré-existentes de qualquer tipo, incluindo distúrbios autoimunes. Essas condições incluem: hipertensão, diabetes, asma, doenças pulmonares, hepáticas e renais, bem como infecções crônicas estáveis ​​e controladas. De qualquer forma, é sempre importante que uma pessoa com doença preexistente ou passando por algum tratamento específico de saúde, converse e se oriente com o seu médico, antes de receber a imunização.

Pacientes com quadros neurológicos crônicos podem ser vacinados?

Conforme as recentes considerações publicadas pela Academia Brasileira de Neurologia (ABN), NÃO há qualquer indício, no presente momento, de que doenças neurológicas sejam contraindicações para a utilização das vacinas atualmente disponibilizadas. O documento destaca que incluem-se nesse rol as doenças neurodegenerativas, vasculares, infecciosas, imunomediadas, carenciais, epilepsias, transtornos do sono, síndromes álgicas (como a cefaleia e a fibromialgia), as síndromes vestibulares e as herdadas geneticamente.

Grávidas podem tomar a vacina?

Diante das evidências emergentes de que as vacinas são geralmente seguras e eficazes para gestantes, o Ministério da Saúde passou a orientar, na última semana, que as gestantes também sejam vacinadas.

RECOMENDAÇÕES DURANTE A VACINAÇÃO
  • Peça para VER a seringa antes da aplicação da injeção, certificando-se de que há líquido em seu interior;
  • Olhe para o braço, observando até que o líquido seja totalmente injetado;
  • Se for acompanhado de mais alguém, peça para filmar o procedimento (os registros têm ajudado a denunciar/identificar casos de procedimentos inadequados).

Essa publicação foi atualizada em 19 de abril de 2021 12:51

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Clínica Vita

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