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Especialistas buscam diminuir carga de remédios para idosos

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Clínica Vita

Assessoria de Comunicação

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Estudar, desenvolver e aprimorar alternativas não farmacológicas de tratamento para a dor: eis aí um dos grandes focos de interesse da Geriatria, no momento. Na especialidade que cuida das questões sistêmicas relativas ao envelhecimento, um dos temas em discussão atualmente é a grande quantidade de medicamentos administrada junto à população de idosos.

 “A maior parte dos idosos é acometida por dores difusas no corpo, principalmente secundárias à Osteoartrose. O problema é que, devido ao fato de já utilizarem muitos medicamentos, e de terem maior suscetibilidade aos efeitos colaterais dos diversos analgésicos existentes, o arsenal farmacológico disponível torna-se limitado. Daí a necessidade de se criarem alternativas não farmacológicas”, explica a geriatra Anna Carolina Augusto Peres da Silva, que está em Fortaleza – CE para o VII Congresso Norte-Nodeste de Geriatria e Gerontologia.

No evento, Anna Carolina estará especialmente atenta ao painel sobre “Manejo das dores crônicas – tratamento farmacológico e não farmacológico”.Pensando na temática de autonomia e qualidade de vida, o combate e controle da dor é de fundamental importância”, ressalta a médica.

Técnicas de relaxamento, massagens, acupuntura e estimulação elétrica, por exemplo, são saídas consideradas pelos especialistas. Cabe ao médico estar atento a essas alternativas e visualizar a abordagem multidisciplinar mais adequada para o controle dos quadros clínicos do paciente e da promoção da qualidade de vida do mesmo.

Como um regente de uma orquestra, que harmoniza vários instrumentos de uma só vez, o geriatra tem a função de cuidar de diversas patologias que acometem um mesmo paciente, cuidando de cada sintoma, já que, com o avançar da idade, geralmente muitos problemas de saúde começam a aparecer e se somam”, enfatiza Anna Carolina.

Além dos geriatras, o evento em Fortaleza reunirá também gerontólogos, isto é, profissionais com formação em nível superior, que estudam e trabalham com idosos. “O gerontólogo pode ser um educador físico, psicólogo, fisioterapeuta, enfermeiro, médico, assistente social, ou ter ainda qualquer outra formação profissional, desde que direcione a sua atuação ao público idoso”, explica a geriatra.

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