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Como o Outubro Rosa faz diferença para a sua saúde

Produzido por
Clínica Vita

Assessoria de Comunicação

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O assunto está nas redes sociais, nas TVs, nos jornais e nos mais criativos eventos Brasil afora. O mês de outubro está vestido de rosa, para fazer um alerta sobre a importância da detecção precoce do câncer de mama. E você, sabe o porquê disso?

O movimento não é restrito ao Brasil. Tudo começou nos Estados Unidos, em 1990. Conta-se que a Fundação Susan G. Komen foi quem lançou a ideia do laço cor-de-rosa como símbolo de uma campanha de conscientização e mobilização pela cura do câncer de mama. As ações se espalharam por lá e, posteriormente, o Congresso Norte-americano viria a aprovar o Outubro Rosa no calendário oficial daquele país como mês dedicado à prevenção e luta contra a doença. Daí por diante, o movimento ganhou o mundo.

Simpática, a campanha irá efetivamente cumprir seu papel se conseguir fazer disseminar a seguinte informação: quando diagnosticado precocemente, as chances de cura do câncer de mama são de 95%. E se conseguir transformar esse dado em motivação suficiente para que as seguintes atitudes tornem-se realidade na vida da mulher: o autoexame a partir dos 21 anos de idade; os exames clínicos anuais a partir dos 40 anos; e as mamografias a cada dois anos após os 50.

Dados de 2009 do Ministério da Saúde mostram que, no Brasil, o câncer de mama é o principal tipo de câncer detectado entre as mulheres e o que mais mata. A doença também está entre as sete principais causas de óbito entre a população feminina do país. É um índice de morte alto para uma doença que pode ser eficazmente combatida, se detectada logo no início.

O fator preventivo é, portanto, o que pode fazer a diferença para salvar milhares de vidas. Informação e esclarecimento é o passo inicial, mas o sucesso desse movimento depende de uma atitude efetiva da mulher, aprendendo a fazer o autoexame, realizando-o mensalmente e buscando atendimento clínico a partir das idades recomendadas ou na presença de quaisquer alterações nos seios.

O que é preciso saber:

  • O autoexame das mamas deve ser feito a partir dos 21 anos de idade, mensalmente, sete dias após a menstruação. O acompanhamento mensal ajuda a mulher a notar com mais facilidade pequenas alterações nos seios.
  • Após os 40 anos, o autoexame apenas não basta, embora continue sendo importante. A partir dessa idade é necessário fazer pelo menos um exame clínico anual com um especialista.
  • Após os 50 anos, os exames clínicos não bastam. É preciso fazer a mamografia periodicamente, com um intervalo máximo de 2 anos entre cada uma. A lei 11.664, de 2008, garante a realização gratuita do exame no Sistema Único de Saúde.
  • Mamografias periódicas devem ser realizadas antes dos 50 anos, no caso de mulheres que façam parte de grupos com maior risco.
  • São consideradas de maior risco mulheres cuja mãe ou irmã tenham tido câncer de mama. A obesidade também é outro fator de risco relevante e também o hábito de fumar.

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Clínica Vita

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