Neuromodulação 2018-06-28T19:36:43+00:00

Neuromodulação

O que é Neuromodulação?

Neuromodulação é um procedimento médico por meio do qual é possível conseguir modificações (modulações) a nível cerebral, que levam a melhorias de desempenho no Sistema Nervoso Central (cérebro/medula) e/ou Periférico (nervos periféricos). Com isso, diversos quadros clínicos podem ser diretamente beneficiados, incluindo-se aí diversos distúrbios neurológicos e psiquiátricos. Hoje, a Neuromodulação tem especial indicação para o tratamento da depressão – que, em geral, não surge isolada, mas associada a diversas comorbidades, nos mais diversos quadros clínicos.

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O procedimento e feito por meio de equipamentos de alta tecnologia, que agem sobre as áreas do sistema nervoso por meio de campos eletromagnéticos.

Não. Embora existam metodologias de Neurolomodulação que trabalham com técnicas invasivas, o equipamento disponível na Clínica Vita (Magventure Magpro R20) é do tipo não-invasivo. O procedimento é feito por meio de uma bobina que libera descargas electromagnéticas nas áreas do cérebro que se deseja estimular ou inibir.

O paciente é acomodado em uma cadeira confortável e conectado ao aparelho. As sessões duram, em média, 20 minutos. Durante esse período, o paciente pode perceber uma leve vibração, mas em geral, sem incômodos.

O número de sessões pode variar conforme cada caso, devendo ser definido pelo médico especialista na técnica, a partir da avaliação do paciente e do histórico do seu quadro clínico. Mas, em média, o tratamento é feito com 20 sessões, podendo variar para mais ou para menos.

Sim, sem dúvida! Na maioria dos casos, esse procedimento será um importante método terapêutico complementar a outras abordagens, melhorando sensivelmente as condições do paciente para evoluir em seu tratamento de saúde. Na área da Neurologia e Neurorreabilitação, chamamos sempre atenção para a importância da interdisciplinaridade e, com isso em vista, a Neuromodulação vem figurar como uma importante contribuição terapêutica, sobretudo contra a depressão – que tantas vezes aparece como uma preocupante comorbidade, nos mais diversos quadros clínicos, representando um grande obstáculo para a evolução do paciente.

Atualmente, a Neuromodulação é reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) como um tratamento de primeira linha para a depressão e como coadjuvante na alucinação auditiva da esquizofrenia. Isso significa que há um leque enorme de situações nas quais a terapêutica pode beneficiar diretamente o paciente, uma vez que a depressão é tanto uma patologia em si, como também uma comorbidade e/ou sintoma associado a diversos quadros clínicos. Além disso, já existem muitos estudos científicos que demonstram eficácia e segurança da técnica em diversos transtornos e/ou desordens psíquicas e/ou neurológicas.

Sim! Vale ressaltar que os sistemas são autorizados pelas Autoridades Nacionais e Internacionais de Saúde, mediante uma série de testes e comprovações científicas de sua segurança e eficácia, que foram realizados durante longos anos de pesquisas e de aperfeiçoamentos.

• Depressão (o procedimento já é reconhecido como tratamento de primeira linha para esse quadro)
• Alucinação auditiva da esquizofrenia (o procedimento já é reconhecido oficialmente como importante coadjuvante no tratamento para esse quadro);
• Ansiedade
• Dependência química
• Distonia
• Distúrbio Bipolar
• Distúrbios Cognitivos
• Doença de Parkinson
• Dores crônicas/fibromialgia
• Epilepsia
• Enxaqueca
• Sequelas pós-AVC
• Sequelas pós-TCE (traumatismo crânio-encefálico)
• Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC)
• Tremor Essencial

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